“Deixámos de nos preocupar em concorrer contra lugares cativos, afirmam Rosa Severino e Maria Santos, participantes da marcha de Marvila.

É notório, dizem, que muitos júris não olham para o que estão a ver. Será que “ percebem mesmo de coreografia, cenografia, figurino?”.

É preciso conhecer com olhos de ver, dizem, e não gostar por gostar. Há todo um conjunto a valorizar, todos os elementos presentes têm a ver com o tema, recordam. Se levassem um tema e não o explorassem ao limite “seria apenas um número de dança”, dizem.

Alguns concorrentes não fazem isso e mesmo assim ganham, declaram. “Como é isso possível?”. Para eles, o regulamento não é o problema. A questão é que nem sempre é aplicado a todas as marchas.

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