ALVALADE ETERNIZA ANTIGO RESIDENTE COM O MURAL CARLOS DO CARMO

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Tema incontornável do fado e da música em geral, a canção «Lisboa Menina e Moça», eternizada pelo «sempre presente» Carlos do Carmo, que residiu neste bairro, é a temática do mural de homenagem ao fadista na Avenida Rio de Janeiro, na freguesia de Alvalade.

A Junta de Freguesia de Alvalade, homenageou Carlos do Carmo que, numa determinada altura da sua vida, morou neste conhecido bairro alfacinha e, como desde a sua morte, à canção da cidade «Lisboa Menina e Moça» se tornou a «canção de Lisboa, decidiu «criar» um mural na fachada da Biblioteca Manoel Chaves Caminha, na Avenida Rio de Janeiro, tendo desafiado o artista Mário Belém para assinar a obra.

Segundo a Junta de freguesia, «Mário Belém, que trabalhou vários anos como ilustrador e designer, é um reconhecido autor de murais e que, nesta obra, quis fugir ao óbvio, deixando de lado a ‘varina’, substituindo-a por uma menina e moça sentada numa pilha de livros».

Explicando esta opção do artista, a junta de Freguesia adianta que «este elemento de street art completa assim a fachada deste equipamento cultural de Alvalade, que está agora coberta de símbolos da cidade, entre os quais se destacam pormenores como um vinil de Carlos do Carmo, um manjerico, elétricos, um corvo, um Santo António e outras referências a monumentos como a Torre de Belém».

Este é o 17.º mural da Rota de Arte Urbana da Junta de Freguesia de Alvalade, que tem executado este tipo de obras um pouco por todo o território. Segundo informa a Junta de Alvalade, o mural de Mário Belém demorou seis dias a ser executada, tendo sido utilizados 32 litros de tintas de várias cores.

O fadista Carlos do Carmo, freguês de Alvalade, morreu a 1 de janeiro de 2021. Nessa mesma semana, o presidente da câmara da capital, Fernando Medina, declarou o fado ‘Lisboa Menina e Moça’ a canção da cidade.




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