Pedro Franco está confiante que o concurso das Marchas Populares de 2018 será melhor que nos anos anteriores.  O presidente do júri disse em entrevista ao Olhares de Lisboa que este ano “há uma forte aposta no desfile das marchas, considerado um dos melhores eventos da Europa”.

Para Pedro Franco, nesta altura “não podemos voltar para trás, mas sim ir para a frente”. E adianta ainda que “as marchas este ano vão aplicar-se para que tudo corra bem”.

Sobre a polémica que surgiu quando à classificação de 2017, o presidente do júri defende que, “em boa hora, a EGEAC reconheceu que as pessoas não compreenderam aquilo que se pretendia” com o novo regulamento.

Ou seja, “a solução que foi tomada, na opinião bem, foi que a três marchas que tinham saído voltassem este ano ao desfile”.

Porém, Pedro Franco lança o alerta: “agora, em 2018, as marchas têm que ter cuidado porque vão sair seis do concurso. Três não poderão concorrer mais e a outras três vão para um ‘saco’”.

Outra das críticas lançadas no ano passado foi em relação ao posicionamento dos jurados para visionar as marchas. O jurado explicou que a localização será a mesma, tanto no Altice Arena como na Avenida da Liberdade. “A EGEAC informou-nos que é muito complicado criar uma estrutura para o júri e nós temos de dar o nosso melhor”, explica.

O também presidente da Associação das Coletividades do Concelho de Lisboa manifestou também agrado sobre o facto do apoio financeiro ter chegado mais cedo às coletividades que organizam cada uma das marchas.

“Há investimentos necessários e as coletividades não têm capacidade financeira para pagar aos fornecedores. Em boa hora, a Câmara Municipal de Lisboa esmerou-se e o dinheiro chegou a tempo e horas para que as pessoas não andassem com a corda na garganta”, sublinha.

É que, na opinião de Pedro Franco, “devido ao seu elevado interesse turístico, não podemos de maneira nenhuma deixar morrer este evento tão querido para a cidade de Lisboa”.

 

 

 

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