LOURES PARQUE “PERDEU” 35% DA RECEITA COM A PANDEMIA

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A Loures Parque tem pautado a sua atuação pela pedagogia e tolerância, diz José Esteves. Tem um importante papel de regulação do acesso ao espaço público de estacionamento e fomenta as políticas de proximidade com os cidadãos.  

A Loures Parque (Empresa Municipal de Estacionamento), que é detida na totalidade pela Câmara Municipal de Loures, tem por missão “gerir o estacionamento público urbano no concelho, tendo por base os princípios da melhoria contínua do serviço e da sustentabilidade financeira”, explica José Esteves, presidente do conselho de administração da empresa municipal.

Para o gestor, ao contrário da ideia corrente, a Loures Parque existe para “facilitar o acesso ao espaço público”, para tornar público aquilo que “é de todos”, fazendo um trabalho de contínua pedagogia entre os munícipes. José Esteves salienta que os fiscais exercem a sua atividade “com tolerância”, até porque “dão sempre uma margem de 30 minutos” aos infratores, isto é, só atuam (autuam) se os “avisos” não derem frutos.

De resto, o responsável adianta que são as próprias populações e entidades comerciais a solicitar a criação de parques de estacionamento, como forma de evitar a apropriação indevida do espeço público.

Moscavide com novos parquímetros

O administrador explica que, no âmbito da política de proximidade praticada pela Câmara, a Loures Parque promoveu reuniões com juntas de freguesia, associações de comerciantes e as populações, “que permitiram recolher um relevante conjunto de sugestões para a gestão do estacionamento em espaço público”. E foi nesse contexto que nasceu o projeto de ordenamento do estacionamento da Urbanização do Cristo Rei, em Moscavide, que surgirá, em breve, por solicitação dos moradores e dos comerciantes desta freguesia, segundo José Esteves.





Pandemia e estacionamento

A calamitosa situação económico-social gerada pela pandemia de Covid-19 também fez mossa nesta estrutura de fiscalização. José Esteves revela ao OL que a pandemia, que obrigou ao teletrabalho, resultou numa quebra de receitas na ordem dos “35%”, mas, mesmo assim, a Loures Parque manteve “todos os encargos” – não cortou nos salários dos trabalhadores, nem tão-pouco emagreceu o quadro de funcionários.

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