Lisboa vai ter a primeira Loja do Cidadão em que os serviços da Administração Central e Local estão juntos.
Vinte anos após a abertura da primeira Loja do Cidadão, Lisboa prepara a abertura de uma nova Loja do Cidadão – durante o primeiro semestre de 2019 -, onde será possível tratar de todos os assuntos relacionados com a Administração Local, nomeadamente atendimento municipal, e com a Administração Central, designadamente Cartão de Cidadão e impostos.A ministra da Modernização Administrativa, Maria Manuel Leitão Marques, e o presidente da Câmara Municipal de Lisboa, Fernando Medina, visitaram hoje as obras da terceira Loja do Cidadão que irá funcionar no Mercado 31 de Janeiro, ao Saldanha. Tanto a ministra como o presidente da edilidade realçaram o facto desta loja ficar situada numa área central da cidade, bem servida por transportes públicos (Metropolitano e Carris), e partilhar o mesmo edifício com um mercado tradicional é uma zona desportiva.Após referir que este espaço espaço é fruto da cooperação entre o Governo e a autarquia, a ministra Maria Manuel Marques fez questão de salientar que esta “é a primeira Loja do Cidadão que corresponde ao novo modelo desenhado pelo actual Governo”, juntando no mesmo local os serviços da Administração Central e também a maioria dos serviços da Câmara de Lisboa.

Desta forma – salienta – “estamos a corresponder aos anseios dos cidadãos que esperam que os serviços públicos estejam mais próximos e permitam, no mesmo espaço, tratar de assuntos do nosso quotidiano, desde uma certidão da autarquia, passando por um certificado das finanças, a situações relacionadas com as pensões de reforma”.
Fernando Medina, por seu turno, defendeu a importância deste futuro espaço do cidadão para todos os que vivem e trabalham em Lisboa, salientando que está Loja vai corrigir a “desastrosa decisão de fechar a Loja do Cidadão dos Restauradores”.
Juntando no “mesmo edifício um mercado tradicional, um parque infantil, um ginásio e uma Loja do Cidadão”, este futuro espaço do cidadão vai ter – como Fernando Medina sublinhou – a “presença dos vários serviços das Administrações Central e Local e também da EMEL”, prometendo que “ela entrará em funcionamento no primeiro semestre de 2019”.

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