A nova Loja do Cidadão de Lisboa no mercado 31 de janeiro, é aguardada com expectativa pelos comerciantes deste espaço. Localizada no centro de Lisboa, é a primeira que junta serviços municipais e centrais.Para alguns comerciantes a abertura desta Loja do Cidadão pode ser uma boa oportunidade para o negócio, mas outros há que consideram não vir acrescentar quase nada ao negócio.

Para Cláudia, uma colaboradora da loja de charcutaria, “se for como na Loja do Cidadão das Laranjeiras, onde há sempre muito movimento”, então “vai ajudar” o negócio. “Enquanto esperam a sua vez, podem ir às compras”. Quanto à data de abertura, Cláudia já ouviu várias datas: “Primeiro era a 15 de julho, agora dizem que é a 22”, mas “sem certezas”.

Uma outra comerciante de uma loja de produtos gourmet é menos otimista sobre as vantagens para os comerciantes, mas, sublinha, que poderá haver vantagens no movimento que vai trazer” ao mercado.

Na visita que efetuamos ao Mercado 31 de Janeiro, foi possível verificar que as instalações se encontram praticamente prontas, havendo somente alguns detalhes por acertar. Segundo alguns comerciantes com quem falamos, os técnicos envolvidos na obra de requalificação do espaço tiveram que proceder a algumas alterações a nível técnico, o que terá contribuído para este atraso na abertura.

Tentamos obter uma confirmação da data de abertura desta Loja do Cidadão, junto da Câmara de Lisboa, mas não foi possível obter uma resposta em tempo útil. No entanto, na página de internet da Gebalis, afirma que a abertura está prevista para o próximo dia 22.

Serviços municipais e centrais juntos

Esta é a primeira Loja do Cidadão no mercado 31 de janeiro, situado na freguesia que corresponde ao novo modelo desenhado pelo atual Governo, juntando no mesmo local os serviços da Administração Central e também a maioria dos serviços da Câmara de Lisboa.

Juntando no “mesmo edifício um mercado tradicional, um parque infantil, um ginásio e uma Loja do Cidadão”, este futuro espaço do cidadão vai ter – como Fernando Medina sublinhou – a “presença dos vários serviços das Administrações Central e Local e também da EMEL”, referiu aquando da visita que efetuou em dezembro de 2018 acompanhado da ex-ministra Maria Manuel Leitão Marques.

Fernando Medina defendeu a importância deste futuro espaço do cidadão para todos os que vivem e trabalham em Lisboa, salientando que está Loja vai corrigir a “desastrosa decisão de fechar a Loja do Cidadão dos Restauradores”.

Juntando no “mesmo edifício um mercado tradicional, um parque infantil, um ginásio e uma Loja do Cidadão”, este futuro espaço do cidadão vai ter – como Fernando Medina sublinhou – a “presença dos vários serviços das Administrações Central e Local e também da EMEL”.

Com localização privilegiada e com servido pela rede de transportes da cidade, nomeadamente o metro (estação do Saldanha e/ou Picoas) a Loja do Cidadão do Saldanha ocupa parte do edifício do Mercado 31 de Janeiro. Estará aberta ao público das 9h às 19h de segunda a sexta-feira com encerramento ao sábado.

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