Olhares de Lisboa quer conhecer o “pulsar” das diferentes freguesias e bairros lisboetas. E, para isso, nada melhor que os habitantes locais para relatarem o seu sentir e viver na sua zona residencial.Hoje é comum ouvirem-se apelos à uma maior participação dos cidadãos na vida autárquica e comunitária. É um facto que, todos nós, andamos um bocado desligados e apresentamos as nossas reivindicações “à mesa do café”, entre o bebericar da bica ou da cerveja. Contudo, a realidade demonstra que os lisboetas são pessoas interessadas na vida do seu bairro ou da sua rua. Às vezes não tem as ferramentas ideais para fazer ouvir a sua opinião é isso, na maioria dos casos, deve-se à inexistência dos chamados canais de diálogo entre o poder e os eleitores.

Perante esta situação, muito portuguesa, do “deixa andar”, decidimos pôr “mãos à obra” e ir para a rua e para os meios digitais conhecer a opinião dos moradores e dos comerciantes das diferentes freguesias de Lisboa. O que pensam e como sentem o bairro onde vivem, o «quão bom» é viver nele neste mês de férias. O bom que é conviver com a vizinhança no café, no clube e, porque não, num simples banco de jardim.

A nossa “bisbilhotice” vai mais longe estamos interessados em saber como é a vida na comunidade bairrista onde estão inseridos e se a sua Junta de Freguesia dá apoio aos “tempos de lazer e convívio” dos fregueses, em termos financeiros, divulgação e promoção. Como estamos a falar do poder autárquico, aproveitamos para saber a sua opinião sobre as políticas levadas a cabo pela Junta de Freguesia que tenham contribuído ou contribuem para a melhoria da qualidade de vida dos fregueses.

Mas, nesses pequenos inquéritos também queremos saber as carências e o  que se pode fazer para inverter as situações menos positivas existentes. Assim, lançamos o desafio para nos responderem a algumas perguntas:

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Olhares de Lisboa | Edição de junho

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