Obra de Carlos Noronha Feio patente no Palácio Anjos até 16 de agosto

O artista Carlos Noronha Feio é o quarto nome a participar no ciclo expositivo “Caixas para Guardar Memória”. A exposição “Distâncias, Travessias e Ressonâncias (Partilhadas?)” foi inaugurada no dia 10 de maio e vai ficar patente até 16 de agosto, no Palácio Anjos, em Algés.

Segundo o Município, a obra evoca a ligação entre os territórios de Oeiras e Cabo Verde, duas geografias cuja identidade se encontra em construção.

Carlos Noronha Feio vive e trabalha em Oeiras, tendo estudado e feito doutoramento em Londres. O artista, filho de José Maria Noronha Feio – antigo Vereador da Câmara Municipal de Oeiras e primeiro profissional de Educação Física a ser nomeado Diretor do Instituto Nacional de Educação Física (INEF), atual Faculdade de Motricidade Humana (FMH), realiza um trabalho multidisciplinar em vários suportes como vídeo, pintura, digital, têxtil e livros, abordando temas como a identidade, o nacionalismo, a cultura local e global.

O ciclo “Caixas para Guardar a Memória” inspira-se na obra “Time Capsules”, criada na década de 70 do Século XX por Andy Warhol, e que tem por objetivo refletir e problematizar a ideia da obra de arte enquanto possível arquivo da existência humana numa relação entre memória, identidade e território.

A obra estará patente no Palácio Anjos até 16 de agosto, de terça a domingo, das 11h00 às 18h00, com entrada Livre

 

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