AML QUER MAIS ACESSIBILIDADES ÀS MESAS DE VOTO

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Os deputados da AML cumpriram um minuto de silêncio pelo incêndio que deflagrou na catedral de Notre-Dame, tendo ainda aprovado uma recomendação para assegurar condições de acessibilidade às assembleias de voto.A Assembleia Municipal de Lisboa aprovou a 16 de abril, uma resolução que pede à câmara que tome medidas para assegurar condições de acessibilidade a cidadãos com mobilidade reduzida nos locais onde serão instaladas as assembleias de voto nas eleições deste ano.

Tendo em conta que este ano se realizam «dois importantes atos eleitorais», europeias e legislativas, o deputado municipal independente Rui Costa apresentou uma recomendação que pretende que a autarquia lisboeta «assegure paulatinamente a existência de mobiliário especialmente destinado às operações de votação, designadamente cabines de voto, adequadas à utilização por cidadãos com deficiência e a cidadãos com mobilidade reduzida».

O documento, aprovado por unanimidade, sugere que a Câmara de Lisboa constitua uma equipa com elementos da autarquia e das juntas de freguesia para assegurar a concretização destas medidas.

Intervindo na sessão, a deputada do PAN Inês de Sousa Real defendeu que, para o partido, «a acessibilidade para todas as pessoas deve ser uma prioridade», assim como o eleito do CDS-PP Diogo Moura, que acrescentou que os centristas iam subscrever o documento.

Na sessão plenária, foi também aprovada uma recomendação do CDS-PP para que a câmara «dê imediato conhecimento público de todos os documentos que fundamentaram a decisão de encerramento das escolas básicas de São Sebastião da Pedreira e do Vale de Alcântara», nomeadamente o relatório final elaborado pelo Laboratório Nacional de Engenharia Civil sobre o estado de conservação de 55 estabelecimentos de ensino da capital.

Minuto de silêncio





Por outro lado, os deputados da Assembleia Municipal de Lisboa cumpriram um minuto de silêncio pelo incêndio que deflagrou na segunda-feira na catedral de Notre-Dame, em Paris, na sequência da aprovação de dois votos de pesar.

O voto de pesar do PSD, aprovado por unanimidade, considera que o incêndio provocou «tamanha perca para a humanidade» e espera que a reconstrução da catedral permita «devolver ao mundo parte da história e da arte presentes em tão belo monumento».

Também o deputado independente Rui Costa apresentou um voto de pesar e solidariedade para com o «povo de Paris e o povo de França pelo trágico incêndio na catedral de Notre-Dame».

«A destruição parcial deste importante monumento representa uma perda muito sentida pelo povo francês e pelos parisienses, mas comporta também uma perda irreparável para a identidade coletiva europeia e para o património mundial, galardão atribuído ao monumento pela UNESCO em 1991», considera o voto de pesar.

Na sessão plenária da Assembleia Municipal de Lisboa, os eleitos aprovaram ainda, por unanimidade, um voto de pesar pela morte da cantora Dina, apresentado pelo CDS-PP.

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