Desde os finais do século XIX, princípios do século XX, o típico bairro da Madragoa, mais precisamente a Rua da Esperança, têm sido o local escolhido para reuniões clandestinas que estiveram na origem de grandes transformações sociais e políticas em Portugal.
Foi na Rua da Esperança, no número 106, que os conjurados da República se reuniram, no dia 3 de Outubro de 1910, para prepararem a revolução que derrubaria o regime monárquico. “Às 8 horas da noite de 3 de Outubro, José Relvas dirigiu-se, com cerca de meia centena de revolucionários militares e civis, para a casa da mãe de Inocêncio Camacho, situada na Rua da Esperança, 106, 3.º andar. Nessa reunião determinante, foi tomada a decisão de dar início à Revolução à 1 hora da madrugada de 4 de Outubro”. Cândido dos Reis terá afirmado: “A Revolução ou se faz esta noite ou não se faz”. De facto, dois dias depois a revolução estava na rua.

Agora, passado um século sobre esse acontecimento que marcou toda a sociedade portuguesa, o advogado Luís Belo Morais criou nessa simbólica rua lisboeta a Tertúlia Lugar da Esperança para discutir “os superiores interesses da Nação” e descobrir “novos rumos políticos e sociais para Portugal”.

Foi a partir dos intensos debates produzidos pelos tertulianos do Lugar da Esperança que nasceu o livro “Hórus e o Quinto Império”, que pretende trazer de volta o conhecimento da “verdadeira Trindade, que reinou na terra antes da era de leão e antes do tempo dos faraós, e que deu origem ao nascimento do grande Mediador Alado Hórus, que foi concebido pela virgem Ísis, enviado pelo Deus altíssimo através do grande falcão do Horizonte, o espírito Santo Rá, para batalhar contra Set, na luta entre o bem e o mal e, assim ser nomeado desde o princípio das eras o senhor dos exércitos dos céus e da terra”.

No fundo, o autor pretende que este livro possibilite um melhor conhecimento “sobre esse povo maravilhoso construtor das pirâmides e aprender sobre seus maravilhosos ensinamentos”.

Para Luís Belo de Morais: “Na época em que estamos a viver também se pode observar os sinais do tempo de Hórus, na ruína dos sistemas económicos de alguns países e na ascensão de outros, nas transformações cataclísmicas que se estão a dar na face da terra e também nas transformações do pensamento humano”.

Na perspetiva do advogado: “Essas coisas podem parecer ruins a princípio, mas o que ocorre sobre a terra nesses períodos é para que tudo se renove. São os sinais dos tempos que anunciam a vinda do grande monarca universal, o começo do quinto império e da quinta raça prevista por muitos profetas”.

Luís Filipe de Belo Morais, nasceu a 2 de Agostos de 1958 em Lisboa. Advogado de profissão de 1985 com pós-graduação em Ética, é Presidente e fundador da Associação Portvgraal. Sendo um estudioso e eterno aprendiz da linha profética portuguesa, desde Bandarra a Pessoa, organizou e moderou vários eventos no Lugar da Esperança com o objetivo de trazer à luz do coletivo alguma preparação para os tempos vindouros, que no seu entender será o despertar do 5.º império. Nesta obra a escrita é desenhada de forma a permitir ao cidadão comum a propulsão para o entendimento de alguns dos mistérios que se prendem com o nosso desígnio levando do Mito à Gnose alguns aspetos relevantes.

One Response

  1. Miriam Ávila

    Só que a perspetiva não é dele, nem o livro, a aurora de cada palavra que está ai acima como sendo dele, e também as palavras do livro, sou eu, e tenho provas de tudo que escrevi, nas noites em claro, desde 2007. Todos verão! Pois vou botar meu tornado para rodar e arrancar as mascaras dos falsos!

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