JULIO POMAR PARTICIPATIVO NA CARTA DE LISBOA

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«Participação» foi a palavra-chave «desenhada» por Júlio Pomar, em 2017, para «explicar» a Carta de Lisboa. Talvez, uma últimas obras de Pomar, o mural de azulejos, hoje inaugurado, teve ainda a participação de 11 artistas.

A “Carta de Lisboa – Direitos e Responsabilidades” transformou-se num mural, que foi hoje inaugurado na freguesia do Areeiro, no jardim Fernando Pessa, situado nas traseiras da Assembleia Municipal de Lisboa,  reunindo, sob a batuta da Galeria Ratton, obras de 11 artistas que «desenharam» algumas das palavras-chave da Carta de Lisboa

Júlio Pomar, que já não viu esta sua obra «no terreno», foi acompanhado na «construção» deste «desenhado» mural de azulejos da Carta de Lisboa temático por: Lourdes Castro (representou Saúde); Graça Morais (ambiente); Andreas Stöcklein (habitação); Irene Buarque (inclusão); Eduardo Batarda (proteção); Maria Beatriz (solidariedade); Pedro Proença (educação); Jorge Martins (lazer); Manuel Vieira (trabalho) e Sofia Ariela (cultura).

Catarina Vaz Pinto, vereadora da cultura e relações internacionais, após salientar que esta é uma forma de reinventar o azulejo, fez questão de realçar que esta é «uma forma de despertar os cidadãos para as questões dos direitos e da cultura», promovendo-se a cidadania e contribuir para uma sociedade mais participativa

A Carta de Lisboa é uma iniciativa cidadã, fruto do trabalho de muitas pessoas e organizações que a aprovaram em 2017 no IV Fórum da Cidadania, promovido pelo Pelouro dos Direitos Sociais da Câmara de Lisboa, e tem como objetivo dotar a cidade de «um instrumento normativo que consagre os direitos de cidadania e as responsabilidades do poder autárquico, das organizações sociais e de todas as pessoas que habita, trabalham e visitam Lisboa». Trata-se – como afirmou a vereadora Catarina Vaz Pinto – «um garante de direitos individuais e coletivos na cidade e um guia para ação e intervenção do cidadão».

 





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