Os restaurantes “A Travessa”, “Alma”, “Eleven”, “Feitoria”, “Loco”, “Panorama”, “River Lounge” e “Varanda” foram os grandes vencedores da edição de 2017 do “Lisboa à Prova”, cuja entrega de prémios decorreu nos Paços do Concelho.
Promovido pela Câmara Municipal de Lisboa, Associação de Turismo de Lisboa e AHRESP (Associação de Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal), o concurso tem como principais objetivos a valorização do setor da restauração e a promoção da gastronomia enquanto fator de atração turística da cidade.
Entre os oito restaurantes distinguidos com “3 Garfos” alguns são repetentes na classificação máxima, mas o “River Lounge” foi o principal destaque por ter sido a primeira vez que participou no certame.
Vinte e seis restaurantes receberam “2 Garfos”, enquanto que a classificação de “1 Garfos” foi para 92 estabelecimentos lisboetas. No total, foram 126 os restaurantes distinguidos.
A Cozinha Tradicional Portuguesa, a Cozinha do Mundo e a Cozinha Contemporânea foram as categorias avaliadas pelo júri (num total de 600 visitas) e os critérios passam pela avaliação da cozinha, do serviço e do ambiente, mas também da relação qualidade/preço.
Durante a cerimónia de entrega dos prémios, o presidente da Câmara Municipal de Lisboa reconheceu a motivação e ambição dos proprietários e chefs, “um trabalho que contribui decisivamente para fazer de Lisboa a cidade que ela é hoje”.
Para Fernando Medina, “Lisboa não seria capaz de ganhar o prémio de melhor destino turístico do mundo na categoria de cidades e destinos de curta duração sem um setor da gastronomia e restauração com a qualidade proporcionada”.
Falando da “capacidade de surpreender” que estes estabelecimentos têm desenvolvido, o autarca realçou que, “muitas vezes sem o saberem, os restaurantes em conjunto estão a contribuir para um bem maior, que é fazermos de Lisboa uma cidade referência mundial e que cada vez mais contribui para a riqueza, emprego e avanço do nosso país”.
Por estes motivos, o edil incentiva na continuidade da aposta na cidade: “não há dia que nós não vejamos nascer um novo projeto que acrescenta uma diferença à oferta da cidade”.
E acrescentou: “o presente e o futuro da cidade de Lisboa é uma mistura entre projetos com base na gastronomia tradicional portuguesa e outros que nascem com base na cidade cosmopolita que Lisboa se tornou”.
Isto porque “o que está a acontecer em Lisboa no domínio da restauração é uma mostra de uma cidade vibrante, que empreende, que prossegue uma tradição, mas que também é capaz de inovar”.
Estiveram também presentes na cerimónia o presidente da AHRESP, Mário Pereira Gonçalves, e o representante da Associação de Turismo de Lisboa, Duarte Galvão.
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