Repórter de serviço
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O grupo de marchantes que constitui a Marcha da Baixa tem uma idade a rondar os 30 anos, sendo que, segundo o responsável, Armando Oliveira, “uns têm experiência, outros não, e por isso acabam por se ir ajudando uns aos outros”.
Este selo já foi implementado na União de Freguesia de Algés, Linda-a-Velha, Cruz-Quebrada/Dafundo e vai ser alargado a todo o concelho. A iniciativa é gratuita e qualquer estabelecimento poderá aderir à mesma.
Os vencedores da 1ª edição da Prova de Conceito InnOValley, uma iniciativa que premeia os projetos de investigação mais promissores na resolução de desafios na sociedade, receberam, no Parque dos Poetas, em Oeiras, das mãos da ministra da Ciência e do presidente da Câmara Municipal de Oeiras os prémios. Na cerimónia foi também assinado um protocolo entre o Município, o Instituto Gulbenkian de Ciência e o Instituto de Tecnologia Química e Biológica António Xavier da Universidade NOVA de Lisboa.
A Marcha de Belém conta com marchantes dos 14 anos aos 60. Grande parte dos jovens são estreantes e entraram na marcha por apelo das famílias. No entanto, a esmagadora maioria dos marchantes não reside em Belém, e muitos vêm de localidades como Setúbal, Brandoa ou Almada.
A Marcha de Carnide já venceu uma vez as Marchas Populares de Lisboa, em 1968. Desde então, nunca mais voltou a ganhar, mas tem tido bons resultados no concurso. Para a edição de 2022 a Marcha de Carnide está “a apostar em força na coreografia”, como conta o responsável, Pedro Rosa, ao Olhares de Lisboa.
O projeto para a Marcha do Castelo foi pensado em 2020, ano em que as Marchas Populares foram canceladas devido à pandemia. Em 2022, a organização pegou no projeto e começou a construir os adereços.
O grupo de marchantes da Marcha do Lumiar é composto, na sua maioria, por jovens entre os 18 e os 23 anos, embora existam marchantes com menos de 18 anos e outros com mais de 30. Muitos deles são residentes na freguesia, embora existam outros de outros locais.
A Marcha dos Olivais começou os ensaios a 20 de março. “Tivemos que começar mais cedo porque este ano vamos ter um tema muito forte e é preciso algum tempo para o trabalhar”, como conta o responsável, Carlos Santos, ao Olhares de Lisboa.
A Marcha de Marvila é uma das marchas com mais vitórias nas Marchas Populares de Lisboa, e ao longo da sua trajetória já conquistou seis primeiros lugares e oito segundos lugares. Por isso, a organização trabalha “sempre a pensar no primeiro lugar”, como conta o responsável da Marcha de Marvila, Marco da Silva, ao Olhares de Lisboa.
Em 2019, ano em que houve a última edição das Marchas Populares de Lisboa, antes da paragem forçada devido à pandemia, a Marcha da Penha de França ficou em terceiro lugar. Por isso, a marcha “está com as expectativas em alta” para a edição deste ano das Marchas Populares de Lisboa.
Milhares de oeirenses deslocaram-se ontem, a Linda-a-Pastora, ao Santuário de N. S. da Rocha para ouvirem o cantor setubalense Toy. O presidente da Câmara de Oeiras, Isaltino Morais, acompanhado pelo seu vice-presidente, Francisco Rocha Gonçalves, e pelos vereadores Pedro Patacho e Nuno Neto e, também, pelo presidente da União de freguesias de Carnaxide e Queijas, Inigo Pereira marcaram presença no primeiro dia de Festas de Nossa Senhora da Conceição da Rocha.
Depois de dois anos interrompidas, devido à Covid-19, as Festas de Lisboa estão de regresso à capital. O programa arranca no próximo dia 28 de maio, sábado, e decorre durante todo o mês de junho.
O presidente da Câmara de Lisboa, Carlos Moedas, vai pedir uma consulta pública sobre o fecho ao trânsito da Avenida da Liberdade aos domingos e feriados e estudos dos impactos desta medida aprovada pela oposição, disse ontem o autarca, em declarações aos jornalistas à margem da apresentação das festas de Lisboa.
IDOSOS DAS ESTRUTURAS RESIDENCIAIS DE OEIRAS VÃO SER VACINADOS COM A DOSE DE REFORÇO DA VACINA CONTRA A COVID-19
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A Câmara Municipal de Oeiras está a apoiar a administração da 2.ª dose de reforço da vacina contra a Covid-19 aos utentes das Estruturas Residenciais para Pessoas Idosas (ERPI) do concelho.
Os últimos dois anos de paragem forçada devido à pandemia trouxeram “saudade e nostalgia” à organização da Marcha de Alcântara. Em 2022, o grupo é constituído, na sua grande maioria, por pessoas de Alcântara, “tirando um ou outro que não vive cá, mas que tem ligações à freguesia”.
