BRAINALIVE DO ESTORIL ENSINA MATEMÁTICA DE UMA FORMA DIVERTIDA

O Brainalive Estoril é um centro de aprendizagem, especializado no ensino da Matemática para estudantes do ensino básico e secundário, que transforma alunos em excelentes alunos, ajudando-os a obter melhores resultados nessa disciplina. Com larga experiência na educação, a começar pela direção, o centro promove o saber e o conhecimento, onde os alunos têm a oportunidade de consolidar os seus conhecimentos e desenvolver as suas competências, de acordo com uma metodologia única e inovadora.

Quantas vezes não sentimos que os nossos filhos precisam de “parar o tempo” para aprender e consolidar os seus conhecimentos em Matemática antes de avançarem para novos domínios. Muitas vezes os alunos (neste caso os nossos filhos) não gostam de Matemática porque se sentem frustrados por não terem tido uma base sólida e, por isso, não entendem o “ritmo” que lhes é imposto. O segredo para combater essa pecha está, mais, na forma como se ensina do que naquilo que se ensina. Os programas da Brainalive oferecem essa oportunidade de “parar o tempo” para aprender e consolidar, incorporando também um conjunto de atividade lúdicas para que, depois de um bom treino, haja também tempo para a diversão.

Cátia Cunha, diretora do Brainalive Estoril, salienta que, uma das formas de colocar «um travão» à imagem que «a matemática é difícil e má», passa, principalmente, por mostrar aos alunos «que a matemática pode ser divertida e que faz parte «do nosso dia-a-dia, porque tudo o que fazemos tem algo a ver com essa disciplina». Este método de ensino permite aos estudantes aprender de uma forma mais fluída, sem frustrações e barreiras.

Contribuir para o sucesso educativo dos alunos na disciplina de Matemática é, assim, o principal objetivo da Brainalive que, com o seu inovador método de ensino, abre uma “janela de oportunidade” para o sucesso do seu filho. Por isso, não hesite em oferecer esta oportunidade para o sucesso do seu filho. O próximo ano escolar começa agora…

As vantagens de ter os seus filhos em explicações são inúmeras, entre as quais destacamos: o facto de as explicações serem personalizadas de acordo com as características e personalidade de cada estudante; aumento do foco e da concentração; maior respeito pelo ritmo de aprendizagem de cada aluno; fácil reconhecimento das dificuldades e facilidades na aprendizagem dos estudantes; desenvolvimento de responsabilidade; e partilha de regras e rotinas de estudo.

Deste modo, aos poucos os jovens vão ganhando confiança e autonomia porque «afinal são capazes» e, por isso, ficam mais recetivos à aprendizagem e, na maioria dos casos, ganham gosto pela Matemática.


Licenciada em matemática aplicada, Cátia Cunha adianta que, «a dificuldade principal encontrada por aqueles que não gostam de matemática» prende-se com uma «enorme falta de motivação que impede os estudantes de prestar atenção às aulas, ter sessões produtivas de estudo em casa, e ainda de praticar a resolução dos exercícios proposto pelo professor em sala de aula, o que acaba por resultar numa complicada lacuna de aprendizagem. Isto quer estejam a estudar no ensino básico, quer no secundário», analisa.

Antiga aluna, posteriormente instrutora e agora diretora do Brainalive Estoril, Cátia Cunha considera que o problema dos chamados maus alunos de matemática começa no “principio” ao não se conseguir construir uma boa base quanto aos conteúdos iniciais, o que impede que os alunos avancem para currículos mais avançados e especializados na sua área da matemática de eleição. Por isso, «é importante agir desde cedo para evitar um percurso escolar penoso que irá influenciar qualquer estudante ao longo dos seus anos na escola», podendo até intimidá-lo quanto à escolha da sua profissão de sonho, defende.

Elevado número de casos de sucesso

No centro Brainalive do Estoril, explica Cátia Cunha, os alunos aprendem a desenvolver a sua capacidade de raciocínio, confiança e autoestima. Ferramentas que são importantes para o seu futuro. «Temos imenso casos de sucesso, porque vamos à raiz do problema e tentamos agarrar no que está mal e melhorar», acrescenta.

«Sabemos que os momentos de avaliação são sempre momentos de alguma tensão e nervosismo, tanto para os alunos, como para os pais. Embora não haja fórmulas mágicas para combater este nervosismo, consideramos que uma preparação adequada para os exames, torna os nossos alunos mais confiantes e seguros. Assim, estes entram com o pé direito na sala de exames, e realizam as provas de forma focada, informada, e com a matéria bem estudada! E os resultados estão à vista: excelentes notas no que são por vezes as provas mais importantes da vida dos alunos, como é o caso dos exames de ingresso ao ensino superior!», refere a diretora do Brainalive.

Tudo começa, através de um diagnóstico inicial, escrito e oral, onde são detetados as «maiores dificuldades e os problemas» dos discentes, o que permite a este centro personalizar um plano de trabalho à medida das necessidades de cada estudante, de forma a reforçar as suas bases em matemática e gradualmente dominar um conjunto de ferramentas que lhe possibilitem encarar os desafios matemáticos de forma confiante e determinada.

«Para nós, centro Brainalive, não existem dois alunos iguais. Por isso, consideramos fundamental conhecer o ponto de partida de cada estudante, e ajudá-lo a familiarizar-se com o modo como cada passo matemático dá seguimento a outro, reconhecendo o seu esforço e dedicação, e permitindo vencer medos e recuperar o verdadeiro prazer da Matemática», salienta a pedagoga.

Para a diretora do Brainalive Estoril, «a resolução de problemas matemáticos é de preponderante importância para a educação, pois oferece suporte à curiosidade dos estudantes, ao mesmo tempo em que traz situações reais e propicia a possibilidade da descoberta do novo». Com isso, pretende-se ressaltar a importância da «busca de novas alternativas de transmissão de conhecimentos, investigando a resolução de problemas no ensino da Matemática e analisando sua colaboração na motivação e aprendizagem dos estudantes, afim de que se possa obter a satisfação deles em aprender Matemática».

Neste centro de apoio à aprendizagem, onde também se trabalha as matemáticas aplicadas à humanidade e a cursos profissionais, os problemas das “incompatibilidades” dos estudantes com a matemática são atacados logo no início. «Mal nos perguntam o porquê, nós explicamos logo para evitar problemas à posteriori», refere Cátia Cunha, revelando que a «matemática é um trabalho contínuo e, por isso, é necessário tempo para os discentes estudarem mais e melhorarem o nível da atenção, concentração e comportamento».


 

 

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