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Lisboa vai construir uma passagem ciclopedonal na Av. Calouste Gulbenkian, anunciou a Câmara de Lisboa no dia em que o seu presidente está em Oslo «a ver» como se preparam as celebrações de «Capital Verde Europeia»

O  presidente da Câmara Municipal de Lisboa, Fernando Medina, está na Noruega para o arranque oficial de Oslo como Capital Verde Europeia em 2019 e, ao mesmo tempo, está com  o «pensamento» em Lisboa por causa da construção da passagem ciclopedonal sobre a Av. Calouste Gulbenkian.

Esta nova passagem, a ser construída no âmbito do Corredor Verde Estruturante do Vale de Alcântara, tem com o objetivo fazer a ligação de Monsanto ao Tejo e, desta forma, «fazer juz» à nomeação de Lisboa Capital Verde Europeia em 2020.

Por causa das obras de construção deste novo equipamento da cidade de Lisboa, que ainda este mês, devendo estar concluídas em março, vão ser introduzidas várias alterações ao trânsito entre a Praça de Espanha e Alcântara. Assim, prevê-se a supressão da via da esquerda da Avenida Calouste Gulbenkian em ambos os sentidos (Alcântara/ Praça de Espanha/Alcântara), junto ao Aqueduto das Águas Livres, entre os dias 6 e 18 de janeiro, durante todo o dia.Prevê-se também a interrupção total da circulação daquela via nos dias 5, 6, 7, 20, 21, 26, e 28 no período compreendido entre as 1h00 e as 6h00 da madrugada, no sentido Praça de Espanha – Alcântara. Nos dias 19 e 27 de janeiro entre a 1h00 e as 6h00 da madrugada verificar-se-á interrupção total da circulação em ambos os sentidos. A CML propõe que se utilize como alternativa ao sentido Praça de Espanha – Alcântara, a circulação pela Rua de Campolide, e para os acessos à A5, Alcântara, Avenida da Ponte se utilize o eixo Norte/Sul.

Entretanto, Fernando Medina está em Oslo para o arranque oficial de Oslo como Capital Verde Europeia em 2019 e, com o vereador do Ambiente, José Sá Fernandes, vai participar em várias reuniões com outros autarcas europeus e o Comissário Europeu do Ambiente. Estes encontros servem para aprofundar as oportunidades de colaboração entre as cidades da rede de Capitais Verdes da Europa e delinear políticas comuns para acelerar o cumprimento das metas do Acordo de Paris.

Oslo e Lisboa, Capitais Verdes da Europa em 2019 e 2020, terão várias iniciativas comuns durante estes dois anos.





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