O comendador Rui Nabeiro, presidente do conselho de administração da Delta Cafés, esteve na inauguração da exposição «O Nosso Joaquim Bastinhas» e aproveitou para enaltecer os aspetos humanos do cavaleiro tauromáquico.O cavaleiro tauromáquico Joaquim Bastinhas, que morreu a 31 de dezembro do ano passado, foi homenageado na praça de touros do Campo Pequeno, em Lisboa, esta semana, com uma exposição e uma corrida de touros mista.

Intitulada «O nosso Joaquim Bastinhas», a exposição, que conta com o «toque criativo» da viúva do toureiro, Helena Nabeiro Tenório, foi inaugurada na terça-feira, na entrada e corredor principal da praça de touros de Lisboa.

Rui Nabeiro, presidente de administração da Delta Cafés e sogro de Joaquim Bastinhas, realçou o papel desempenhado pelo malogrado cavaleiro tauromáquico junto da comunidade onde estava inserido.

«A exposição inclui objetos pessoais, como casacas de toureio, arreios de cortesias, prémios, fotografias, cartazes e outros documentos», explicou Paulo Pereira, relações públicas da empresa do Campo Pequeno.

A mostra, patente ao público até ao próximo domingo, pretende também – segundo Rui Nabeiro – dar a conhecer a «figura única» que foi o cavaleiro natural de Elvas, no distrito de Portalegre, conhecido entre os aficionados como o «toureiro do povo».

«Como artista foi marcante, um caso ímpar de aceitação e fez o pleno como toureiro», salienta Miguel Alvarenga, crítico tauromáquico e diretor do jornal «Farpas», recordando os célebres pares de bandarilhas que Joaquim Bastinhas executava no final de cada atuação, considerados o selo da casa.

Para além de homenagear Joaquim Bastinhas, a intenção é a de dar a conhecer ao público quem foi o artista tauromáquico conhecido como o «toureiro do povo» e que se fez anunciar pela alcunha de Bastinhas, nome pelo qual o seu pai, Sebastião Tenório, também cavaleiro tauromáquico, era conhecido.

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