Pela primeira vez, o festival O Sol da Caparica, que hoje termina, atingiu um número a rondar as 90 mil pessoas nos três dias do evento, demonstrando que a aposta na música lusófona é a decisão certa.

A sexta edição do festival o Sol da Caparica veio demonstrar que a aposta num festival dedicado à música lusófona é uma «aposta ganhadora». Assim o afirma o público que, logo ao primeiro dia, quase esgotou o Parque Urbano da Costa de Caparica – mais de 27 mil pessoas vibraram ao ritmo do festival. Na sexta-feira e sábado a lotação esgotou. Foram 60 mil pessoas que vibraram ao som das músicas de Mariza, Rui Represas, Dany Silva, Seu Jorge, Carlão, David Carreira, Mayra Carreira, Anselmo Ralph e Matias Damásio, entre outros.

No meio público, visivelmente satisfeita com «o estrondoso sucesso» desta sexta edição do Sol da Caparica, estava a vereadora da Câmara de Almada, Maria Teodolinda Silveira. Responsável pelos pelouros dos Recursos Humanos e Saúde Ocupacional, Higiene Urbana, Ação e Intervenção Social, Habitação, Teodolinda Silveira, fez questão de sublinhar a visibilidade que o festival traz para a Costa da Caparica e para o concelho, não esquecendo as mais-valias económicas.

Vereadora exulta com resultados

O simples facto de ser transmitido para todos os países da lusofonia representa, do ponto de vista da autarca almadense, uma grande divulgação da Costa da Caparica e, consequentemente, do concelho de Almada.

Mas, como não poderia deixar de ser, Maria Teodolinda, vereadora com a pasta da Higiene Urbana, também estava preocupada com a adequada gestão de resíduos produzidos no recinto e, ao mesmo tempo, fez uma campanha de sensibilização junto dos participantes a favor da reutilização e da reciclagem.

Como fez questão de realçar, a Câmara, em colaboração com a Amarsul – Valorização e Tratamento de Resíduos Sólidos, realizou ações de formação e sensibilização junto dos produtores de resíduos e dos participantes no Sol da Caparica, tendo em vista a promoção e divulgação de iniciativas ambientais realizadas junto do público deste EcoEvento.

Vale sempre a pena…

Olhares de Lisboa (OL) – Qual o balanço que a Câmara Municipal de Almada faz ao festival O Sol da Caparica?

Teodolinda Silveira (TS) – Muito positiva. Os dois primeiros dias foram fantásticos e hoje (sábado), como se pode ver e comprovar, temos uma casa completamente cheia e animada, com a participação das pessoas. Um ambiente fantástico.

OL – A Câmara vai continuar a apoiar este evento?

TS – Claro. Esta é a sexta edição e todos o anos havemos de manter a marca O Sol da Caparica. Futuramente, pode haver uma ou outra alteração, mas a marca O Sol da Caparica é esta e é para se manter. Com a característica de ser um festival cantado, falado e dito em língua portuguesa.

OL – Quais as vantagens para o município de Almada?

TS – São várias as vantagens. A atração que faz de pessoas de diferentes pontos do país. Por exemplo, tenho um grupo de amigos que vieram do Norte para estarem no Sol da Caparica. Penso que o movimento que se gera em torno do festival, para além de ‘mexer’ com a economia local, permite uma dinâmica muito positiva, potenciadora de várias ações de dinamização cultural e económica.

Dinamismo económico

Aliás, a presença de tantas pessoas provoca um dinamismo económico na Costa da Caparica. Só isso dá à Costa uma grande projeção. Esta edição está a ser transmitida para todos os países da lusofonia. Isto significa um grande impulso para o conhecimento, dinamismo e procura da Costa da Caparica e, consequentemente, do concelho de Almada.

OL – Por último, quais os reflexos a nível económico?     

TS – Sim, gera desenvolvimento económico. Além de ser uma festa para a Costa da Caparica e para o concelho, já é uma festa para o país.

 

Quer comentar?

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Fica a saber como são processados os dados dos comentários.