A passagem da depressão Kristin por Portugal resultou em perdas de vidas humanas e estragos avultados em diversas estruturas públicas e privadas. Com o caos instalado, mas já em fase de limpeza e reabilitação de estradas e dos equipamentos estratégicos do país, a APED assume que as cadeias de abastecimento alimentar não estão comprometidas.
A Associação Portuguesa de Empresas de Distribuição (APED) regista constrangimentos pontuais no transporte de mercadorias e no encerramento temporário de 6 das 41 lojas dos associados da APED nos concelhos de Leiria, Figueira da Foz e Marinha Grande, revela a APED em comunicado.
Para fazer face aos constrangimentos causados pela passagem da depressão Kristin em território nacional, a APED revela que “foram de imediato acionadas medidas para minimizar esta situação, estando as populações afetadas a serem devidamente encaminhadas, através de informação afixada nos espaços comerciais encerrados, para as lojas mais próximas em regular funcionamento”.
Sem ruturas na cadeia de abastecimento de alimentos
A APED assegura que os constrangimentos foram localizados e que “não se verifica qualquer rutura da cadeia de abastecimento alimentar no País, incluindo nas regiões mais atingidas, estando acautelada a resposta às necessidades das populações”.
Esta associação de empresas de distribuição, “lamenta profundamente a perda de vidas humanas” e deixa uma palavra de solidariedade para com as comunidades afetadas por esta calamidade, garantindo “que os seus associados tudo farão para garantir o regresso à normalidade o mais rapidamente possível, nas zonas afetadas”.











