“A Portuguesa que Ama o Inseto Artificial” patente no MAU até junho

O Museu de Arte Urbana (MAU) do Taguspark tem patente a exposição de Tiago Cutileiro, intitulada “A Portuguesa que Ama o Inseto Artificial”. Este novo projeto artístico do artista plástico, filho do célebre escultor João Cutileiro, combina tradição e tecnologia, através do recurso a inteligência artificial para animar as obras.

Com um título provocador, a exposição propõe uma reflexão sobre a intersecção entre a tecnologia e a tradição, explorando o diálogo entre a memória e inteligência artificial (IA).

A mostra artística relata a história de uma mulher portuguesa que se apaixona por um inseto artificial, demonstrando como um encontro improvável pode representar o diálogo entre duas formas de criação: o gesto humano, repleto de memória e identidade, e o algoritmo computacional, baseado em lógica e padrões.

Segundo o MAU, a inspiração na força simbólica da mulher serve como mote para uma reflexão sobre como o tradicionalismo e a inovação podem coexistir e enriquecer-se de forma mútua. Esta demonstração de vigor da mulher abre portas à expressividade da arte contemporânea sem descurar a essência humana.

Fiel ao seu estilo e ao seu percurso, neste projeto Tiago Cutileiro foca-se na relação entre a realidade e a artificialidade, explorando a tensão entre dois conceitos opostos e questionando a autenticidade e a natureza da representação na arte contemporânea.

A exposição vai estar patente no Núcleo Central do Taguspark até ao dia 3 de junho, e a entrada é livre.

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