O jazz está de regresso às Avenidas Novas. Na cerimónia de abertura do Festival Avenidas Hot Jazz, usando a metáfora da liberdade do jazz, o presidente da Junta de Freguesia, Daniel Gonçalves, sublinhou que este certame reflete a atuação da autarquia: cultura para todos, liberdade, inclusão, fomento do espírito de comunidade.
O Festival Avenidas Hot Jazz promete animar as noites de verão com cinco concertos de artistas de gabarito no circuito do jazz nacional, no Jardim do Arco do Cego.
Nesta edição, as tardes de sextas-feiras ganham um novo ritmo, com concertos às 18.30 horas, durante os meses de julho e agosto, no Jardim do Arco do Cego.
A direção artística do Festival de Jazz em Lisboa – Avenidas Hot Jazz está a cargo do Hot Clube de Portugal, uma das mais relevantes e antigas instituições de promoção e divulgação do jazz na Europa, garantindo uma programação de excelência para todos os apreciadores deste género musical.
O cartaz inclui projetos emblemáticos do panorama nacional do jazz, oferecendo uma programação diversificada durante o verão. O festival contará com a abertura do presidente da Junta de Freguesia, Daniel Gonçalves, e outros convidados.
Entre os artistas em destaque estão Marta Rodrigues Quinteto, Zé Cruz – “Trust Fall”, Ricardo Sousa Quinteto, Gonçalo Neto – “BOXEO” e Guilherme Fradinho Quinteto.
O Festival Avenidas Hot Jazz integra-se na estratégia da Junta de Freguesia de valorização da cultura, a música, os espaços verdes e o espaço público como contributos para uma sociedade mais próxima, participativa e humanista.
“Que a música nos una”
Na cerimónia de abertura do festival, Daniel Gonçalves, presidente de Junta de freguesia das Avenidas Novas, sublinhou que o festival e o próprio espaço onde se realiza o certame musical “pertence aos moradores e aos lisboetas”, num jardim no qual “valeu a pena investir”, dado que é hoje um espaço que “aproxima as pessoas” e muito contribuiu para a criação de um “grande palco de cultura” que “celebra a vida em comunidade” e reforça a democratização da cultura na freguesia, num festival “que não é só para alguns, mas para todos”, anotou.
“Este festival é hoje uma marca das Avenidas Novas”, tendo tido um crescimento assinalável ao longo destes três anos, representa “o reflexo que queremos para a freguesia, uma freguesia dinâmica, moderna e inclusiva”, tendo como base “a música e o seu poder extraordinário de derrubar barreiras”, aproximando “desconhecidos que ficam amigos”, sob o ambiente “verdadeiramente inspirador do jazz”, uma das poucas linguagens onde “a liberdade, diálogo e a criatividade” tornam possíveis a comunhão entre estranhos. “É precisamente este tipo de espírito que queremos ver refletido nas Avenidas Novas”, em que o espírito de comunidade prevaleça acima das diferenças e da desunião.
“É por essa razão que a Junta continua a apostar nestes concertos, pois representam os objetivos de inclusão, coesão social e uma forma de melhorar a qualidade de vida de todos”, asseverou Daniel Gonçalves, usando a palavra para fazer um pedido: “Que o jazz nos inspire, que a música nos una e que este verão fique na memória de todos”.
O autarca aproveitou para convidar toda a população, turistas, visitantes e passantes na freguesia “a celebrar a música e a desfrutar de mais uma edição deste Festival de Jazz em Lisboa”.







