FREGUESIAS UMA A UMA

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Olhares de Lisboa fez uma «ronda» pelas 24 freguesias de Lisboa para se inteirar das diferentes atividades e iniciativas que estão a ser desenvolvidas na capital

AJUDA – Um diamante por lapidar

A Ajuda continua a ser um «bairro-aldeia» dentro de Lisboa dividido entre a tradição e a renovação. A reabilitação, tanto do edificado como dos espaços públicos, trouxe uma nova vida a este bairro alfacinha, que estava a definhar aos poucos e poucos.

Quando terminarem as obras no Palácio da Ajuda, finalmente a serem concluídas após três séculos, vai ser «um mimo» habitar e trabalhar na freguesia da Ajuda. Esta é a opinião generalizada de moradores, comerciantes e das «gentes» que trabalham nesta freguesia, apontada como um dos locais «onde se realizaram as melhores obras de reabilitação do edificado e do espaço público» e onde, também, está a «acontecer» uma experiência inédita de Policiamento Comunitário no Alto da Ajuda, pela Policia Municipal.

O coração da freguesia ainda conserva a sua traça original e vive das relações de vizinhança. A regeneração urbana conseguiu preservar a história e a cultura alfacinha, relacionando a promoção da mobilidade pedonal, à preservação do carácter histórico e cultural e à melhoria das condições de vida dos habitantes. Investidores e proprietários acreditam no potencial da Ajuda, ao ponto de pensarem que se pode tornar ex-líbris de Lisboa, considerando-a como «um diamante por lapidar».

Nova biblioteca em ALCÂNTARA






Na freguesia de Alcântara, onde se conspirava contra a monarquia e se planeavam formas de instaurar a república em Portugal, foi inaugurada uma nova Biblioteca, a Biblioteca Manuel Dias Coelho, que se pretende constituir como um centro cultural de proximidade, assente no livre acesso à cultura.

Localizada na rua onde o escultor e militante antifascista José Dias Coelho foi assassinado, em 1961, pela PIDE, esta inauguração – afirma Fernando Medina – «simboliza os ideais republicanos», ao dar a primazia «à cultura, à educação e ao conhecimento», para «combater as desigualdades sociais e promover a transformação de uma sociedade».

No Palacete dos Condes de Burnay, em Alcântara, Lisboa, «nasceu» no dia da implantação da República a biblioteca que, como afirmou o presidente da Câmara, assenta nos princípios republicanos em que «os homens nasceram todos iguais e que não deviam existir privilégios de nascimento» e pretende ser um espaço «de pontes entre a cidade e a cultura».

Para a vereadora da cultura, Catarina Vaz Pinto, a biblioteca «vai ser um grande centro cultural de cariz comunitário, destinado a todas as idades» e vai criar novas «pontes» entre a cidade e as artes.

AVENIDAS NOVAS estão na moda

Construído entre os anos 1919 e 1930, para realojar habitantes do Vale de Alcântara, o Bairro do Rego, nas Avenidas Novas, transformou-se numa zona eleita pelos estudantes para residir, dada a proximidade da Universidade de Lisboa, mas, nos nossos dias, modificou-se, tornando-se num local apetecível pelas empresas para a localização das suas sedes sociais. Hoje, aí estão sediadas a Bolsa de Valores de Lisboa, unidades hoteleiras e uma das maiores empresas de distribuição e comercialização de produtos veterinários, a Equievents.

A «fuga» dos estudantes foi compensada pela instalação das empresas. Rui Rosado, administrador da Equievents, empresa virada para a comercialização e distribuição de produtos veterinários, explica as razões que o levaram a sediar-se na Rua da Beneficência: «Esta é uma zona central de Lisboa, com facilidade de acessos, com espaços grandes que permitem o armazenamento de produtos». Segundo este empresário, esta é uma das melhores localizações de Lisboa no que diz respeito a transportes, com ligações à A2, saída para A1/aeroporto, saída para A5, o «que nos facilita muito a vida, pois utilizamos muito essas vias rápidas», acrescenta.

Buraco em CAMPO DE OURIQUE

Conhecida pela pacatez e espírito de comunidade, a freguesia de Campo de Ourique é um autêntico oásis dentro da cidade.  Contudo, nem tudo «é um mar de rosas», os moradores da Rua Maria Pia, perto da Meia Laranja, queixam-se amargamente de estarem, há vários meses, sem transportes públicos, por causa da «substituição do coletor de água, que colapsou no principio do ano».

Há meses, a conviverem  com um buraco na via pública que impede a circulação do trânsito e que os tem privado de autocarros que lhes permitam ir trabalhar ou deslocar-se para fazer compras, os moradores lamentam que «as obras só tenham sido iniciadas em 22 de Junho e que se prolonguem, segundo as melhores previsões, até 12 de Dezembro», o que lhes dificulta as pequenas deslocações para irem ao supermercado e às farmácias.

A estimativa inicial, previa que o buraco fosse tapado em «dois dias», mas o tempo passou e os moradores começaram a «entrar em desespero».

CARNIDE dá vida a computadores

Em Carnide, há um Banco de Recursos Informáticos para «levar» o computador que já não se usa a quem está, neste momento, a precisar dele, nomeadamente as pessoas que se encontram em tele-trabalho e que não dispõem de recursos financeiros para comprar equipamento informático.

Para que todos «tenham o que precisam nesta nova fase das nossas vidas», a Junta de Freguesia de Carnide está a «criar a ponte entre quem tem computadores portáteis, desktops e tablets que já não precisa e aqueles que não os podem adquirir agora».

Se tem algum destes equipamentos, pode entregá-los na Secretaria da Junta de Freguesia de Carnide ou, em alternativa, a equipa da autarquia pode recolhê-lo sem ter de sair de casa. Para isso deve entrar em contacto através de e-mail: anossajunta@jf-carnide.pt.

Metro do AREEIRO

Ao fim de 12 anos terminaram as obras de remodelação e requalificação da estação do Metro do Areeiro, em Lisboa, tendo sido reaberto, finalmente, o átrio norte.

A reabertura do novo átrio, que se faz pela Praça Francisco Sá Carneiro, representou um investimento de 2,8 milhões de euros, existindo agora três elevadores na estação do Areeiro, que garantem «a acessibilidade plena», nomeadamente a pessoas de mobilidade reduzida.

O projeto de reformulação do átrio norte, agora reaberto, corresponde à segunda fase da intervenção na estação do Areeiro, após a obra de ampliação do átrio sul, aberto ao público em novembro de 2013, contemplando um átrio totalmente renovado e um cais de embarque alargado, adaptado à oferta de composições de seis carruagens.

O átrio sul tinha sido encerrado para obras em 2008, tendo estas sido concluídas em 2013, data em que encerrou o átrio norte para remodelação e requalificação.

Compra de edifício na MISERICÓRDIA

O Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana vai adquirir ao Instituto Português de Oncologia (IPO) um edifício na freguesia da Misericórdia, na Rua Cruz dos Poais, 37 a 45, integrando a bolsa de imóveis.

Esta decisão, tomada em setembro pelo Conselho de Ministros, permite a manutenção da habitação por parte de um conjunto de nove famílias que tinham sido recentemente informadas pelo senhorio de que os contratos de arrendamento não seriam renovados e, por isso, teriam de abandonar as casas.

Segundo a vereadora Paula Marques, do pelouro da habitação, o edifício foi doado há alguns anos pela proprietária ao IPO com uma condição: três familiares ficarem usufrutuários do bem até à morte do último.

ESTRELA promove economia circular

Promover e diversificar a maneira como se desenvolve a economia na freguesia da Estrela é o objetivo da plataforma a Estrela Circular, criada pela Junta de Freguesia e que pretende satisfazer as necessidades dos fregueses, tanto os que querem dar como os que querem receber.

A Estrela Circular é o mais recente projeto da Junta da Estrela que, com esta plataforma, pretende promover a partilha de bens e a descoberta do comércio da freguesia. Este projeto, «procura dar uma nova vida a todos os recursos que já não têm utilidade», centrando-se em três aspetos da economia local: a partilha, o comércio e o ensino». A Estrela Partilha é uma secção em que se pode partilhar recursos e procurar o comércio existente na freguesia, por sectores.

LIDL constrói loja em BELÉM

A cadeia retalhista alemã Lidl vai inaugurar, no decorrer do segundo semestre de 2021, uma nova loja na Freguesia de Belém, nos terrenos do Clube de Futebol «Os Belenenses», associando-se ao Belenenses na requalificação do complexo desportivo do Estádio do Restelo.

O presidente da Junta de Freguesia de Belém, Fernando Rosa, e o vereador da Câmara Municipal de Lisboa, Carlos Castro, apoiaram a parceria entre a cadeia retalhista e o Clube de Futebol, que prevê «um investimento num clube histórico de Lisboa e no espaço público da cidade, com a inauguração de uma loja, no segundo semestre de 2021, que vai criar cerca de 50 novos postos de trabalho».

Através desta parceria, o Lidl vai construir um novo edifício no topo sul do estádio, onde irá ser edificada uma loja Lidl.

Esquadra para S. DOMINGOS DE BENFICA

A construção de um pavilhão desportivo, uma esquadra da PSP na freguesia e a requalificação da estrada da Luz, são as prioridades da junta de freguesia de São Domingos de Benfica, tem defendido o presidente da Junta, António Cardoso.

A abertura de uma esquadra da PSP em São Domingos de Benfica, «perto do Bairro das Furnas», é um objectivos de António Cardoso, correspondendo desta forma à vontade da população.

A criação de um pavilhão desportivo é outra das promessas eleitorais.  Entre outras iniciativas previstas até ao final do mandato, a junta de freguesia de São Domingos de Benfica pretende ainda arrancar a segunda fase da reabilitação da Praça de Sete Rios e revitalizar o comércio tradicional.

ARROIOS empresta bicicletas

O Selim – Banco de Bicicletas é um novo projeto lisboeta de incentivo à mobilidade suave e à economia circular. Instalado no Mercado de Arroios, este projeto da CICLODA (Associação Oficina da Ciclomobilidade) têm o apoio da Câmara de Lisboa e da Junta de Freguesia de Arroios e consiste num banco ou depósito de bicicletas que recolhe, repara e empresta bicicletas a quem delas mais precisa para se deslocar na cidade, a título de empréstimo a longo prazo ou cedência permanente.

As pessoas interessadas em receber uma bicicleta, deverão fazer o registo num formulário online, sendo posteriormente contactadas para recolha da bicicleta.

Balneários de CAMPOLIDE

O balneário público do bairro da Serafina, na Freguesia de Campolide, registou um aumento substancial de procura, estando a funcionar com horário alargado, desde o início da pandemia da covid-19.

Localizado junto ao parque florestal de Monsanto e o Aqueduto das Águas Livres, numa zona de pequenas moradias, o balneário público da Serafina foi inaugurado em 1949, para melhorar as condições de higiene das populações- Objetivo que se mantém nos dias de hoje, sendo um equipamento importante, porque ainda existem casas, como neste bairro da freguesia de Campolide, que ainda não têm saneamento básico. Por isso, e no âmbito do plano do combate à covid-19, a Junta de Freguesia de Campolide alargou o horário de funcionamento do balneário, estando aberto todos os dias, exceto ao domingo, permitindo tomar banho, por 0,20 euros e a lavagem e secagem da roupa, por 1,50 euros.

BEATO com mais árvores

O Largo da Alameda do Beato está a ser reconfigurado, desde setembro, prevendo-se a criação de mais espaço pedonais e zonas verdes e reorganizando-se a circulação e o estacionamento.

Com um prazo previsto de execução de 230 dias, este projeto, integrado no Programa «Uma Praça em Cada Bairro», pretende transformar o espaço num novo ponto de encontro da comunidade local, com mais espaço dedicado aos modos suaves de locomoção, condicionando o trânsito automóvel.

Novos espaços para atividades ao ar livre, mais árvores, passeios mais largos, com pavimento antiderrapante mais mobiliário urbano e novas regras nas áreas de cargas e descargas, são algumas das mudanças mais significativas que vão «acontecer» na Alameda do Beato.

Sala de consumo no LUMIAR

A construção de uma sala de consumo assistido na Alta de Lisboa, Lumiar, está envolta em polémica. Moradores meteram uma providência cautelar que parou a obra. Mas, o vereador Manuel Grilo contrapõe e assegura que o espaço irá beneficiar todos.

Para Manuel Grilo, esta atitude deve-se à falta de informação porque, além de ter várias valências nas áreas sociais, este espaço «tem como público-alvo consumidores em situação vulnerável, nomeadamente população sem-abrigo, oferecendo serviços como apoio médico, apoio psicossocial e referenciação para tratamento».

Contudo, para os moradores, existe  um «problema grave de consumo e de trafico de estupefacientes no território da freguesia do Lumiar e a «solução encontrada pela Câmara», instalação da unidade fixa de consumo assistido junto ao Bairro da Cruz Vermelha, não é solução, apontando falhas ao local escolhido, próximo de escolas, de equipamentos sociais e comerciais.

Mãos ao Ar em SANTO ANTÓNIO

O projeto Mãos ao Ar, que avalia a mobilidade escolar nas várias Freguesias de Lisboa, concluiu que os alunos da Freguesia de Santo António deslocam-se mais a pé do que de automóvel no seu percurso para a escola.

Segundo o inquérito, 36,8% dos alunos da Freguesia de Santo António das escolas Luísa Ducla Soares, São José e Colégio de Santa Teresinha afirmam que vão para a Escola a pé e 32,2% a deslocaram-se de automóvel.

O Mãos ao Ar é um inquérito baseado no preenchimento de questionários pelos professores, que recolhem as respostas dos alunos através de “braço no ar”. Na Freguesia de Santo António, a taxa de respostas foi acima dos 70%.

Nova creche nos OLIVAIS

A creche “A Quinta”, localizada na Quinta dos Arcos, nos Olivais, foi inaugurado por Fernando Medina, que procedeu, ainda, à colocação da primeira pedra na futura creche de S. Domingos de Benfica, que faz parte de um grupo de 4 creches em construção (uma no Beato, mais 2 na freguesia do Parque das Nações e outra no antigo Convento do Desagravo).

Implicando um investimento superior a três milhões de euros, as futuras creches pretendem ser “nova vaga” de «respostas sociais assente num “triângulo” feito de «investimento público, consignação às instituições de solidariedade e apoio à presença de crianças através de acordos com as políticas públicas de proteção social».

“A Quinta” implicou um investimento de um milhão de euros e têm capacidade para 84 crianças até aos 3 anos, tendo sido construída no âmbito do programa de expansão da rede de creches, B.a.Bá., sendo destinada a filhos de funcionários municipais e para a comunidade dos Olivais.

Água tratada no PARQUE DAS NAÇÕES

O ministro do Ambiente e o presidente da Câmara de Lisboa inauguraram a “nova” Fábrica de Água de Beirolas e o Centro de Educação Ambiental, sublinhando que esta infraestrutura, instalada na Freguesia do Parque das Nações, assegura a qualidade ambiental, ao ser reutilizada para limpeza e rega.

Esta empreitada teve como principais intervenções a beneficiação da obra de entrada e do tratamento preliminar, a construção de uma linha para tratamento de caudais de tempo húmido, o aumento da capacidade de elevação para o tratamento biológico, a beneficiação da linha de lamas, e a remodelação do sistema de desodorização da fase líquida e a melhoria do confinamento das zonas de maior produção de odores.

Este investimento de cerca de 5,3 milhões de euros vai beneficiar cerca de 214.000 habitantes dos municípios de Lisboa e Loures e permite lançar o efluente tratado na bacia do Tejo e tem capacidade para tratar um caudal médio de 54.500 m3/dia.

O Centro de Educação Ambiental, para envolvimento das populações mais jovens, implicou um investimento de 73.619 euros.

Espaços verdes na PENHA DE FRANÇA

A Penha de França é um bairro envelhecido, onde as pessoas têm dificuldades em deslocar-se por causa da sua orografia. Com a pandemia a situação agravou-se e, muitos idosos, deixaram de sair à rua.

Situado no topo de uma das colinas de Lisboa, o que lhe permite ser um dos grandes miradouros da cidade, é uma zona com bons equipamentos sociais e uma boa rede de transportes públicos.

As faltas de espaços verdes na freguesia levam os moradores a não passarem tanto tempo no bairro onde vivem. «Existem pessoas com casa na Penha, mas que vão para a Graça ou para a Baixa fazer compras e não consomem aqui. Há muitas lojas fechadas e não é por falta de população», queixam-se os comerciantes.

Apoios continuam em SANTA CLARA

Na freguesia de Santa Clara, a última a sair, em Lisboa, do período de confinamento, ainda se continua a distribuir almoço e jantar a cerca de 500 famílias carenciadas. As refeições são feitas na escola da freguesia, como forma de minorar os efeitos da crise associada à pandemia.

A junta de freguesia, em conjunto com a Câmara de Lisboa e o agrupamento de escolas do Alto do Lumiar, juntaram-se para identificar as necessidades das famílias dos alunos das escolas daquela freguesia lisboeta, bem como de outras pessoas que estão em situação de carência e pediram um plano de ajuda.

A rua é sua em SANTA MARIA MAIOR

Lisboa está a adaptar-se à nova normalidade, criada pela pandemia, com uma série de intervenções que garantem maior distância física nas ruas e passeios. Por isso, na freguesia de Santa Maria Maior, a Rua João das Regras, Rua dos Bacalhoeiros e Rua Nova da Trindade são as novas ruas pedonais, com mais espaço para esplanadas e maior oportunidade de usufruto do espaço público.

“A Rua é Sua” promove a mobilidade ativa, melhora o acesso ao comércio local e aumenta as áreas para esplanadas para garantir maior segurança.

Em SÃO VICENTE há casas sem esgotos

No centro de Lisboa ainda há quem não tenha luz e despeje dejetos na rua. Muitos moradores da Quinta do Ferro, na freguesia de São Vicente, estão a viver em casas sem saneamento básico e dizem sentir-se esquecidos pela autarquia.

O vereador do Urbanismo, Ricardo Veludo, afirma que, em 2019, o município transmitiu aos promotores do projeto a sua discordância com alguns pontos, solicitando a melhoria desses aspetos, algo que acabou por não acontecer. Por isso, os serviços de Urbanismo desenvolveram um projeto de intervenção global, para todo o bairro, que está numa «fase final» para ser apresentado aos moradores e proprietários ainda este ano.

Marvila e Benfica vão ter novas Unidades de Saúde Familiar

Marta Temido e Fernando Medina presidiram ao lançamento das obras dos futuros Unidades de Saúde Familiar de Marvila e Benfica, com os respetivos presidentes das Juntas de Freguesia, António Videira e Ricardo Oliveira Marques. Estes centros deverão estar concluídos dentro de pouco mais de um ano.

«Para termos Cuidados de Saúde Primários robustos precisamos ter infraestruturas modernas», sublinhou a Ministra da Saúde, lembrando que este programa abrange a renovação de 14 centros de saúde.arta Temido e Fernando Medina presidiram ao lançamento das obras dos futuros Unidades de Saúde Familiar de Marvila e Benfica, com os respetivos presidentes das Juntas de Freguesia, António Videira e Ricardo Oliveira Marques. Estes centros deverão estar concluídos dentro de pouco mais de um ano.

Já o presidente da Câmara de Lisboa afirmou a ambição da autarquia de, em parceria com o Ministério da Saúde, acabar com os centros de saúde existentes em prédios de habitação.

A Unidade de Saúde Familiar de Marvila, no antigo Palácio da Quinta dos Alfinetes, vai dar resposta a cerca de 22 mil fregueses «numa moderna instalação da rede de cuidados primários de saúde que terá todas as valências que um moderno centro de saúde deve ter», salientou Fernando Medina, tendo serviços de medicina dentária, consultas de nutrição, psicologia, saúde materno infantil, análises e exames de diagnóstico, bem como assistência ao domicílio.

Já a Unidade de Saúde Familiar de Benfica vai dar resposta a um total de 30 mil munícipes.

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