Capitão Fausto, David Carreira, Luís Represas e a brasileira Ludmila são alguns dos cerca de 30 artistas que integram em agosto o festival O Sol da Caparica, em Almada, que, este ano, prevê receber cerca de 100 mil espetadores.Apresentado como «o maior festival dedicado à música lusófona», O Sol da Caparica ficará marcado «pelo rock alternativo, pelos ritmos africanos, pelo samba, pelo hip hop, pelo funk e, a terminar as noites, música de dança por vários DJs». O último dia do festival será dedicado aos mais novos.

Segundo Pedro Felix, do Grupo Chiado (entidade promotora), este festival vai «manter o mesmo perfil e a estrutura dos anos anteriores e, pelos palcos instalados no recinto, vão passar, diariamente, 10 artistas e três humoristas para “entreterem” os cerca de 100 mil espetadores esperados».

Além do Capitão Fausto, David Carreira, Luís Represas e a brasileira Ludmila, ainda estão anunciados os portugueses D.A.M.A, Carlão, Karetus, Linda Martini, Fred, Boss AC, Benjamim, Supa Squad, Rich & Mendes e os angolanos Anselmo Ralph, Matias Damásio, Kyaku Kyadaff e Leo Príncipe. Haverá ainda uma sessão «I Love Baile Funk».

Entre os vários artistas que já confirmaram a sua participação estão a cantora cabo-verdiana (residente em Lisboa) Mayra Andrade (atuará a 15 de agosto, quinta-feira), o cantor português de R&B, dancehall e reggae Richie Campbell e os rappers e cantores de R&B Mishlawi e Plutonio, os três com atuações agendadas para o penúltimo dia do festival, sábado, 17 de agosto.

Além deste variado leque de confirmações, estão ainda anunciados concertos de Mary N (quinta-feira, 15), The Happy Mess, Diana Lima e Lookalike (sexta-feira, 16) e Trueskey (sábado, 17).

A organização do Sol da Caparica refere que, o último dia (18 de agosto), é dedicado a um público infanto-juvenil, adiantando que o festival não será «feito só de música» e que, brevemente, haverá novidades, presumivelmente relativas ao último dia (domingo, 18 de agosto).

O festival, O Sol da Caparica é uma organização da Câmara Municipal de Almada, este ano em parceria com o Grupo Chiado. Os conceitos mantêm-se, mas a produção já não é a mesma, depois da Câmara Municipal de Almada ter deixado de assumir integralmente os custos, devido a avultado prejuízo com a realização do festival. Esta edição está a ser produzida pelo Grupo Chiado, em parceria com a empresa Store Productions.

Recorde-se que, em março, a autarquia revelou que mudou de parceiro na organização do festival, com um protocolo no montante de 70 mil euros, que permite «uma poupança significativa de fundos públicos, que serão canalizados para investimento noutras áreas estratégicas, sociais, culturais e turísticas».

Na altura, a autarquia de Almada revelou ter um prejuízo acumulado de perto de cinco milhões de euros com a realização das cinco edições do festival O Sol da Caparica, o que a levou a procurar um novo promotor.

Os bilhetes para o festival já se encontram à venda nos locais habituais, nomeadamente nos postos de venda da Câmara Municipal e Juntas de Freguesia de Almada e Postos de Turismo, variando os preços entre os 19 euros (bilhetes diários) e 39 euros (passes de quatro dias). Os residentes no concelho de Almada têm um desconto de especial de 2 euros no bilhete diário e no passe de quatro dias.

Este responsável adianta que «já estão concretizadas várias parcerias e permutas para assegurar o transporte de pessoas», estando a ser negociado outras alternativas com os operadores de carros partilhados.

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