O novo centro de saúde de Alcântara vai estar concluído dentro de 15 meses. Quem o afirma é o presidente da Câmara de Lisboa, que hoje esteve, com a ministra da Saúde, no arranque das obras de construção da nova Unidade de Saúde Familiar, anunciando ainda que a USF do Alto dos Moinhos vai abrir em maio e que a da Alta de Lisboa abre brevemente.
A construção do novo centro de saúde de Alcântara, em Lisboa, arrancou hoje, num investimento de 2,9 milhões de euros, e deverá estar concluída em pouco mais de um ano. A ministra da Saúde, Marta Temido, e o presidente da Câmara Municipal de Lisboa, Fernando Medina, estiveram presentes no arranque das obras de construção da USF Alcântara, na Rua 1º de Maio (antigo posto de venda de passes e bilhetes da Carris, junto ao Museu).
A futura unidade, fruto de um acordo de colaboração entre a Câmara Municipal de Lisboa e a ARSLVT e inserida no programa «Lisboa, SNS Mais Próximo», vai servir 15.200 utentes, dispondo de gabinetes de consulta médica, de enfermagem, salas de tratamento, sala de exames; sala de saúde oral, e serviços de apoio psicólogo e serviço social, terapia da fala e nutrição.
«A renovação das Unidades de Saúde Familiar da cidade Lisboa era, sem dúvida, algo que a população merecia. Que acabássemos com os centros de saúde em prédios de habitação, muitas vezes mal servidos, com dificuldades de acesso», salientou Fernando Medina, sublinhando que «esses centros de saúde estão a acabar e estão a dar origem a modernas Unidades de Saúde Familiar, bem equipadas, amplas, com muito mais valências que os antigos centros de saúde».
Para Fernando Medina, «a renovação das Unidades de Saúde Familiar da cidade Lisboa era, sem dúvida, algo que a população merecia. Que acabássemos com os centros de saúde em prédios de habitação, muitas vezes mal servidos, com dificuldades de acesso».
Implicando um investimento total de 3.102.831,88 (três milhões cento e dois mil oitocentos e trinta e um euros e oitenta e oito cêntimos), suportado pela Câmara Municipal de Lisboa, «a nova unidade, localizada na Rua 1.º de Maio, freguesia de Alcântara, em Lisboa, vai permitir o acesso à prestação de cuidados primários de saúde», salientou Fernando Medina, lembrando que a crise pandémica veio «demonstrara a importância do Serviço Nacional de Saúde».
Marta Temido ressalvou, porém, que o lançamento da primeira pedra da USF de Alcântara «não é fruto apenas de uma atenção que apareceu agora». «É resultado de uma visão, de uma estratégia para o país e para a cidade de Lisboa», defendeu a ministra Marta Temido.
O chefe do executivo municipal e a ministra da Saúde visitaram ainda as obras dos centros de saúde do Alto dos Moinhos e da Alta de Lisboa, iniciadas no ano passado e que, segundo Medina, estão “em fase muito adiantada de conclusão”.
A ministra da Saúde, Marta Temido, notou que a construção dos novos centros de saúde constitui um «marco muito importante do caminho que já foi feito e que ainda há para fazer»
Na ocasião, a Ministra da Saúde afirmou que o lançamento da primeira pedra da USF de Alcântara “não é fruto apenas de uma atenção que apareceu agora”. “É resultado de uma visão, de uma estratégia para o país e para a cidade de Lisboa”, defendeu.
Por outro lado, o presidente da Junta de Freguesia de S. Domingues de Benfica, António Cardoso, mostrou-se esperançado «que o Centro de Saúde Familiar do Altos dos Moinhos esteja realmente concluído em maio».
A Câmara de Lisboa e a Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo assinaram protocolos em 2017 para a construção ou requalificação de 14 centros de saúde, no âmbito do programa «Lisboa, SNS Mais Próximo», que representa um “«investimento global de cerca de 40 milhões de euros». Inicialmente estava previsto que estes equipamentos substituíssem, até 2020, os centros de saúde, localizados em prédios de habitação e que são frequentados por mais 300 mil utentes.
Em fevereiro do ano passado, o presidente da autarquia estimou que «no final de 2021, início de 2022», o processo esteja concluído e a capital disponha de «centros de saúde com mais valências do que aquelas que hoje normalmente um centro de saúde tem na cidade de Lisboa».
Apesar dos atrasos, Fernando Medina defendeu hoje que o programa está «em franco desenvolvimento e a decorrer a um ritmo bastante bom».
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