Lisboa encerra espaços florestais entre 3 e 6 de julho devido a risco de incêndio

A Câmara Municipal de Lisboa anunciou o encerramento de vários espaços florestais na cidade devido à declaração de situação de alerta emitida pelo Governo, que proíbe o acesso e circulação nestas áreas pelo agravamento do risco de incêndio.

O encerramento dos locais, como o Parque Florestal de Monsanto, Tapada da Ajuda, Tapada das Necessidades, Parque da Bela Vista, Quinta das Conchas e Lilases, entre outros, vigora entre a meia-noite de sexta-feira, 3 de julho, e as 23h59 de segunda-feira, 6 de julho.

Segundo a Câmara Municipal, a Polícia Municipal, o Regimento Sapadores de Bombeiros de Lisboa e os corpos de Bombeiros Voluntários da cidade estão reforçados e em prontidão para atuar na prevenção, fiscalização, patrulhamento e resposta a eventuais ocorrências.

Face ao aviso vermelho devido às temperaturas elevadas, incluindo no período noturno, três estações do Metropolitano de Lisboa (Rossio, Oriente e Santa Apolónia) estarão abertas durante toda a madrugada para acolher pessoas em situação de sem-abrigo.

Esta medida integra-se no reforço da vigilância e acompanhamento da população mais vulnerável, no âmbito do Núcleo de Planeamento e Intervenção Sem Abrigo (NPISA Lisboa) e do projeto Radar Lisboa.

Adicionalmente, o Município identificou dois locais — o Pavilhão Casal Vistoso e o Pavilhão Manuel Castelo Branco — que poderão funcionar como abrigos temporários para a população mais vulnerável, em caso de necessidade extrema, em articulação com a Direção-Geral da Saúde.

A Câmara Municipal de Lisboa apela à população para que adote medidas preventivas face às temperaturas elevadas, remetendo para recomendações específicas de autoproteção.

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